Segundo um levantamento Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Caderno ODS 7 – O que mostra o retrato do Brasil, realizado entre os anos 2016 e 2018, a capacidade instalada da energia solar fotovoltaica no país teve um salto de 0,1% para 1,4% de participação na matriz energética nacional. Isso significa que, durante o período observado, 41 mil novas usinas de energia solar foram instaladas.

De acordo com José Mauro de Morais, autor da pesquisa, a participação da energia solar na matriz energética ainda é pequena, mas o Brasil está, aos poucos, tomando conta da sua relevância. Além disso, quando as participações das energias solar e eólica são somadas, a capacidade de geração de amabas chega a mais de 10%. Ou seja, em razão desse aumento, é possível observar que outras fontes de energia menos sustentáveis decaíram levemente.

O caderno aponta também o que esses dados representam em relação ao consumo de energia elétrica. Os ganhos de eficiência projetados graças à maior adesão da energia solar devem permitir, no ano de 2027, economizar 41 TWh (terawatt-hora). Essa economia equivale à geração de uma usina hidrelétrica com potência de aproximadamente 10 GW, ou seja, à soma da porção brasileira da Usina Hidrelétrica (UHE) de Itaipu e da UHE de Xingó, em Alagoas/Sergipe.

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Fonte: Destak Jornal // Seu Valor

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