Nesta quarta-feira, 8, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) abriu uma audiência para revisão do orçamento para Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), alegando que o valor disponível será insuficiente para suprir todas as despesas. A proposta prevê um aumento na conta de energia em R$ 1,4 bilhão para os consumidores, que será repassado por meio da conta de luz.

O pedido de revisão aconteceu porque o orçamento de R$ 18,8 bilhões para 2018, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), não suprirá todas as despesas, nas quais estão inclusas, por exemplo, os pagamentos de indenizações a empresas, programas como o Luz Para Todos e a compra de combustível para termoelétricas que geram energia para o Norte do país.

Outro ponto citado que levou à previsão do déficit foram os empréstimos dados às distribuidoras da Eletrobrás que serão privatizadas, além da previsão do aumento com gastos com subsídios (como, por exemplo, o projeto que garante a gratuidade de tarifa de energia elétrica a famílias de baixa renda).

Haverá uma audiência pública entre os dias 8 e 28 de agosto para análise da proposta e discussão dos detalhes do reajuste, mas o aumento da CDE já está em vigência desde esta terça-feira, 7. Recursos como a instalação de um sistema fotovoltaico, que utiliza a radiação solar para produzir energia elétrica, tornaram-se ainda mais viáveis, já que garantem a emancipação dos consumidores, que passam a não mais depender das concessionárias de energia e, consequentemente, deixam de ser reféns dos reajustes.

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