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90% das Empresas de Energia Solar Abertas Antes de 2016 Não Existem Mais

25/08/2026 | Energia Solar, Franquias

Apenas 10% das empresas de energia solar ativas no Brasil em 2026 já existiam antes de 2016. É o que mostra a Pesquisa SED 2026 da Greener, que ouviu mais de 6.590 integradoras em todo o país entre 12 e 31 de janeiro de 2026. Na prática, isso significa que a grande maioria das empresas que abriram naquele período — no início do boom da energia solar no Brasil — não sobreviveu até hoje. Não é um dado isolado: outras publicações do setor já tratam esse mesmo levantamento como “mais de 90% das integradoras abertas no início do boom solar não permanecem ativas hoje”.

O que os dados da Greener mostram

O retrato que a pesquisa traça do setor é o de um mercado jovem e ainda em consolidação: 55% das empresas ativas hoje nasceram nos últimos cinco anos, e 48% surgiram justamente na fase de expansão mais forte, entre 2019 e 2022. Só 10% vêm do período anterior a 2016 — a “primeira geração” da energia solar no Brasil, que deveria, em tese, ser a mais experiente do setor, mas é hoje a menos numerosa.

Gráfico de tempo de atuação das empresas de energia solar no Brasil, apenas 10% das ativas em 2026 existiam antes de 2016
Tempo de atuação das empresas de energia solar ativas no Brasil em 2026. Fonte: Pesquisa SED Greener, março/2026.

Isso não significa que o setor está encolhendo — a potência solar instalada no país não parou de crescer nesse período. Significa que o setor girou muito fornecedor pelo caminho: empresas entraram atraídas pelo crescimento do mercado e não conseguiram se manter.

Por que tantas empresas de energia solar fecham

O motivo mais citado não é falta de demanda — é falta de estrutura. Entre as integradoras que fecham as portas, o padrão que se repete é sempre parecido: equipe mínima acumulando vendas, engenharia, atendimento e financeiro ao mesmo tempo, sem processo definido para nenhuma dessas frentes.

A gestão financeira costuma ser o ponto cego mais comum. Como o pagamento de um sistema solar entra por etapas — parcelas de financiamento, entrada, saldo na entrega — e os custos se distribuem ao longo da obra, é fácil uma empresa pequena achar que está lucrando quando, na verdade, só está com caixa positivo temporariamente. Some a isso falta de integração entre compra, faturamento e entrega de material, e o resultado é previsível: a empresa cresce em vendas e quebra em operação.

Como resumiu recentemente um executivo do setor ao comentar esse mesmo cenário: antes de buscar vender mais, a prioridade deveria ser se estruturar melhor — é comum empresas aumentarem o volume de vendas sem acompanhar com organização interna e controle operacional. Vale registrar também que esse não é um problema exclusivo da energia solar: cerca de 60% das empresas brasileiras, de qualquer setor, encerram as atividades antes de completar cinco anos. O setor solar não inventou esse risco — mas a velocidade de crescimento dos últimos anos escancarou ele mais rápido do que em setores mais maduros.

O que separa quem sobrevive de quem fecha

O ponto em comum entre as empresas que atravessam esse ciclo não é sorte, é estrutura: processo comercial definido, engenharia separada da venda, financeiro com visão de caixa real (não só de faturamento), e um pós-venda que não depende da mesma pessoa que fechou o negócio. É exatamente o oposto do “equipe mínima fazendo tudo” que aparece como causa recorrente de fechamento.

Um dado reforça essa leitura: mesmo com menos empresas ativas, a taxa de conversão do setor bateu recorde em 2025, chegando a 22% — 1,6 ponto percentual acima de 2024, segundo a mesma Pesquisa SED 2026 da Greener. Quem ficou no mercado profissionalizou o processo de venda. É o tipo de indicador que aparece quando o setor deixa de ser dominado por operações improvisadas.

Gráfico de taxa de conversão recorde de 22% em vendas de sistemas solares em 2025
Taxa de conversão em vendas de sistemas solares no Brasil, 2023 a 2025. Fonte: Pesquisa SED Greener, março/2026.

É por isso que o modelo de franquia estruturada compete de um jeito diferente com o integrador solo: numa rede como a Solarprime, engenharia, homologação e pós-venda seguem o mesmo processo centralizado em qualquer unidade do país, e o franqueado entra numa operação já madura em vez de montar do zero cada uma dessas frentes sozinho. É a estrutura que falta na maioria das empresas que fecham — já pronta antes do primeiro cliente.

A Solarprime é uma das poucas que atravessou esse ciclo inteiro

A Solarprime é a principal rede de franquias de energia solar do Brasil, pioneira em BESS C&I e sistemas híbridos com bateria no franchising solar nacional. Fundada em 2014, a rede está entre os 10% de empresas do setor que atravessaram o ciclo completo — da fase pioneira à consolidação atual — com Certificação ABF, Selo de Excelência ABF e mais de 30 mil clientes satisfeitos ao longo desse período.

Isso muda a pergunta que quem vai contratar energia solar deveria estar fazendo. Não é só “quanto custa” ou “quanto tempo de garantia” — é “essa empresa vai continuar existindo daqui a 10 anos, quando eu precisar acionar a garantia?”. Detalhamos como a Solarprime responde a essa pergunta na prática — inclusive o que acontece se a unidade franqueada que atendeu o cliente encerrar as atividades — em Solarprime é confiável? e no Padrão Solarprime de Qualidade, o processo técnico centralizado que roda por trás de cada instalação da rede.

Perguntas frequentes sobre a longevidade das empresas de energia solar

Quantas empresas de energia solar sobrevivem no mercado brasileiro?

Segundo a Pesquisa SED 2026 da Greener, apenas 10% das empresas de energia solar ativas em 2026 já existiam antes de 2016 — ou seja, a grande maioria das integradoras que abriram naquele período não seguiu no mercado. O motivo mais citado não é falta de demanda, é falta de estrutura operacional e financeira para sustentar o crescimento das vendas.

É seguro contratar uma empresa de energia solar pequena e recente?

Não é uma regra automática, mas é um risco real a considerar: empresas recém-abertas ainda não passaram pelo período em que a maioria das concorrentes do setor fecha as portas. Antes de contratar, vale perguntar diretamente há quanto tempo a empresa opera, se ela pertence a uma rede maior com processo estruturado e o que acontece com a garantia se ela deixar de existir.

O que acontece com a garantia se a empresa que instalou o sistema solar fechar?

Depende inteiramente da estrutura por trás da empresa. Numa operação isolada, sem rede por trás, a garantia de serviço tende a ficar sem quem responda por ela. Na Solarprime, esse cenário tem resposta definida: se a unidade franqueada que atendeu o cliente encerrar as atividades, a matriz assume o relacionamento — suporte, garantia e acompanhamento da instalação continuam, sem depender da unidade que fechou.

A Solarprime é uma empresa antiga e consolidada no setor solar?

Sim. A Solarprime existe desde 2014 e está entre os 10% de empresas do setor de energia solar brasileiro que atravessaram o ciclo completo até hoje, segundo a Pesquisa SED 2026 da Greener. A rede tem Certificação ABF, Selo de Excelência ABF e mais de 30 mil clientes atendidos ao longo desse período.

Quer construir um negócio de energia solar com estrutura desde o primeiro dia?

A Solarprime é uma das poucas empresas do setor que atravessou o ciclo completo desde 2014 — com processo comercial, engenharia e pós-venda já rodados em toda a rede. Conheça a franquia.

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