Este conteúdo foi atualizado e ampliado. O guia completo, com requisitos (CNAE, responsável técnico, homologação), os 7 passos e a comparação entre abrir do zero e entrar em uma franquia, está em como abrir uma empresa de energia solar em 2026.
Montar o próprio negócio de energia solar exige resolver, ao mesmo tempo, uma frente técnica e uma comercial. Em resumo:
- Empresa: CNPJ com o CNAE de instalação elétrica (4321-5/00, que inclui painéis fotovoltaicos) e, se houver projetos, o de serviços de engenharia (7112-0/00).
- Responsável técnico: engenheiro eletricista no CREA ou técnico em eletrotécnica no CRT, com ART ou TRT em cada projeto.
- Equipe: treinamento em NR-10 e NR-35 para quem instala.
- Conexão: solicitação de acesso à distribuidora para cada sistema, pelas regras da Lei nº 14.300/2022 e da Resolução Normativa ANEEL nº 1.000/2021.
- Negócio: fornecedores, pós-venda, marketing e capital de giro para os primeiros meses.
Há dois caminhos para fazer isso: montar tudo do zero ou entrar em uma franquia, que entrega marca, engenharia, fornecimento de equipamentos e geração de clientes em troca de seguir os padrões da rede. Na Solarprime, rede fundada em 2014 e franqueadora desde 2016, com mais de 80 unidades, o modelo Prime Way, sem ponto comercial fixo, tem investimento inicial de R$ 30 mil; o Prime Store, com loja, de R$ 124 mil a R$ 154 mil. O capital de giro não está incluído.
Para decidir com segurança, leia também:
- Como abrir uma empresa de energia solar em 2026: requisitos, 7 passos e quando a franquia faz sentido
- Como comparar franquias de energia solar: 8 critérios além do investimento inicial
- Franquia ou empresa pequena de energia solar: qual é mais segura
- Guia oficial da franquia Solarprime
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