Guia completo para o microempreendedor!

29/09/2022 | Franquias

Para quem quer abrir um negócio, tornar-se microempreendedor é uma boa solução. Afinal, nesse tipo de modalidade, você pode começar com calma, inclusive, investindo menos recursos. Além disso, as perspectivas para as microempresas são boas; com novos mercados de atuação, como a energia solar.

Neste guia completo, veja como se tornar microempreendedor, compreendendo suas categorias e os processos para abrir uma empresa. Saiba também porque investir em energia solar oferece vantagens e como esse mercado está em expansão. Além disso, confira as dicas para atuar nesse segmento, por que escolher uma franquia e como a Solarprime vai ajudar você a começar e crescer. Boa leitura!

Microempreendedor: como se tornar um?

Segundo a pesquisa “Atlas dos Pequenos Negócios”, do Sebrae, Microempreendedores Individuais (MEIs), Empresas de Pequeno Porte (EPP) e Microempresas (ME) respondem por 30% do PIB atualmente. Além disso, é esperado que essa porcentagem chegue a, pelo menos, 40% em alguns anos.

Dessa forma, foi-se o tempo em que ser microempreendedor não valia a pena, e somente grandes empresas conseguiam se estabelecer de forma segura. Agora, há novos nichos e mercados a serem explorados, bem como maior apoio para crescer. Porém, para alcançar o sucesso, é necessário se preparar bem. Sendo assim, é importante compreender primeiro o que é ser um microempreendedor.

A diferença entre MEI e ME

Basicamente, a microempresa corresponde a duas categorias: MEI e ME. Nesse caso, a diferença entre elas é o valor de faturamento anual. Para o Microempreendedor Individual, ele deve chegar a R$81 mil, para a Microempresa, até R$360 mil. A partir disso, a empresa se torna uma EPP e sai da categoria de “micro”. Além disso, as obrigações e formalidades são diferentes entre as duas.

Para o MEI, é preciso pagar impostos em uma única guia, chamada DAS MEI. Além disso, ele só pode contratar um funcionário e não ter sócios ou participar de outra empresa. Outro ponto importante é manter o faturamento na faixa indicada. Caso ultrapasse, precisa fazer a migração para ME. Quanto ao trabalho, deve se enquadrar nas atividades permitidas para o MEI; o que exclui funções altamente especializadas, como advocacia e engenharia.

Já no caso da ME, não há restrições de atividades, a menos que se enquadre no Simples Nacional. Nesse caso, é preciso verificar se há impedimentos na hora de abrir a empresa. Quanto aos impostos, além do sistema Simples, também é possível ficar nos sistemas de Lucro Presumido ou Lucro Real. Além disso, você pode contratar mais funcionários que no MEI, e também precisa apresentar um capital social.

Como abrir uma microempresa?

No caso da MEI, é possível abri-la e encerrá-la pela internet. Nesse caso, basta seguir o passo a passo:

  • acessar o Portal do Empreendedor;
  • clicar em “Quero ser MEI” e em “Formalize-se”;
  • acessar com a conta GOV ou criar a sua;
  • preencher o formulário com dados pessoais;
  • selecionar atividades e preencher os dados da empresa;
  • fazer o envio da inscrição;
  • pagar mensalmente a guia DAS.

Já para a ME, o processo é mais complexo, conforme as etapas a seguir:

  • criar um modelo de negócio, forma de atuação e nome da empresa;
  • definir a categoria de enquadramento da ME e sua atividade;
  • elaborar o contrato social caso tenha sócios;
  • fazer o registro na Junta Comercial;
  • obter o alvará de funcionamento com a prefeitura, conforme a atividade;
  • fazer a inscrição estadual, caso necessário.

Quais as vantagens de investir em energia solar?

Agora que você sabe como ser um microempreendedor, precisa pensar em sua área de atuação. Nesse caso, um dos melhores segmentos de mercado que você pode escolher é a energia solar. Isso porque ela apresenta diversas vantagens para quem vai empreender. Confira algumas a seguir!

Muitas formas de atuação

O setor de energia solar oferece muitas oportunidades para quem quer entrar na área. Por exemplo, se você fez engenharia, pode abrir uma ME e trabalhar com projetos de equipamentos e melhoria nos painéis solares. Já como autônomo, dependendo da função, pode abrir uma MEI e oferecer serviços de instalação.

Por sua vez, quem quer abrir um negócio no ramo, vendendo sistemas fotovoltaicos, pode começar com uma microempresa e ir crescendo até as categorias de grande porte. Nesse caso, será preciso desenvolver muitas habilidades empresariais e de liderança; bem como se especializar em gestão, a fim de obter bons resultados do empreendimento e conseguir fazê-lo crescer no futuro.

Nicho específico e interessado

Segundo o último relatório da ABSOLAR, dos atuais 16,4 GW produzidos no Brasil, 69%, correspondem à geração distribuída. Destes, em mais de um milhão de sistemas, 78.2% correspondem a residências, sendo seguidas por:

  • 12% de comércios e serviços;
  • 7.7% de propriedades rurais;
  • 1.8% da indústria.

O restante é dividido em poder, serviços e iluminação públicos. Ou seja, a maioria dos sistemas dessa modalidade de geração corresponde a investimentos privados; provenientes de cidadãos que querem aproveitar as vantagens da energia solar em suas propriedades. Aliás, não é à toa que em dez anos, o setor recebeu mais de R$87.1 bilhões em investimentos.

Sendo assim, com um nicho de público tão claro e uma solução tão específica, que são os painéis solares, fica mais fácil trabalhar na área e atender esses consumidores. Afinal, cada vez mais eles se interessam por usar a energia e poupar suas contas de luz.

Acesso a linhas de crédito

Sendo um microempreendedor formalizado, você pode começar seu negócio de energia solar com ajuda. Afinal, é possível acessar linhas de crédito. Por exemplo, na iniciativa BNDES Finame – Baixo Carbono é possível aproveitar muitas vantagens.

Para começar, ele é um financiamento que apoia a compra e venda de soluções ecológicas, como os sistemas de energia solar. Sendo assim, empresas com sede no Brasil, microempreendedores e empresários individuais, além de outras categorias, podem fazer a solicitação do crédito. Para isso, basta acessar o canal MPME e seguir o passo a passo ou ir à instituição credenciada.

Negócio atual e do futuro

O grande interesse por energia solar não é uma novidade. Desde 2012, quando começaram os primeiros investimentos, o setor cresceu consideravelmente. Isso porque além da economia proporcionada para as pessoas em seu dia a dia, também há outros aspectos que passaram a importar; como a busca por soluções sustentáveis.

Nesse caso, empresas têm investido em energia solar não só visando economia nos gastos de suas instalações, mas também para mostrar seu posicionamento ecológico para o público. Com isso, também acrescentam benefícios como fortalecimento de sua marca. Sendo assim, a tendência é que o interesse aumente.

Ou seja, mais do que uma solução discutida e altamente procurada nos dias de hoje, investir em energia solar será praticamente uma regra para o futuro; quando pessoas e empresas terão ainda mais acesso a essas tecnologias. Assim, o microempreendedor que atuar nessa área pode começar a ter sucesso agora e muito mais no futuro.

Mercado de energia solar: quais as perspectivas dos próximos anos?

Como dissemos, ser um microempreendedor no setor de energia solar oferece boas perspectivas, mas quão boas elas realmente são?

Para começar, vale a pena entender melhor o quanto a energia solar caminhou nos últimos dez anos. Nessa época, foi criada a Resolução Normativa n° 482, da Aneel, publicada em 12 de abril de 2012. Ela regulamenta a minigeração e microgeração de energia, bem como autorizava o sistema de créditos.

Porém, o acesso era pouco. Afinal, os equipamentos costumavam ser caros e muitas pessoas nem sequer tinham ideia de quanto seria interessante usar essa energia em sua casa. Nesse ano, a potência gerada era de 7 MW, ainda segundo a ABSOLAR.

Já em dezembro de 2015, foi implantada pela Aneel a Resolução Normativa nº 687. Nela, houve alterações na resolução anterior, a fim de aprimorar certos aspectos, por exemplo, geradores de até 75 kW de potência fariam parte da microgeração. Já os acima disso, até 5 MW, seriam de minigeração. Além disso, o documento estabeleceu novas formas de geração, como o autoconsumo remoto e a modalidade compartilhada.

A partir daí, o crescimento do mercado de energia solar foi ininterrupto e acentuado por várias fases de crise energética, apresentando o seguinte cenário, segundo os dados da ABSOLAR:

  • em 2017, 1,15 GW foi gerado, sendo 84% centralizado;
  • em 2019, 4,60 GW foi gerado, sendo 54% centralizado e 46% distribuído;
  • em 2020, 8 GW foi gerado, sendo 61% distribuído e 39% centralizado;
  • em 2021, 13,7 GW foram gerados, sendo 66% distribuído e 34% centralizado.

Este ano, como falamos, a marca de geração chegou a 16,4 GW em dados já publicados. Porém, em agosto de 2022, já foi informado que o Brasil alcançou a marca dos 17 GW; expectativa que era esperada para até o final do ano. Isso se deu também por outra importante mudança: o Marco Legal da Energia Solar. Publicada em 07 de janeiro de 2022, a Lei Nº 14.300 criou importantes alterações para os novos sistemas.

Dentre elas, quem já possui sistemas ou homologá-los em até 12 meses da publicação, fará parte das regras atuais de créditos sem tarifas até 2045. Já quem instalar a energia solar depois, começará a pagar tarifas elétricas, que vão aumentar entre 2023 e 2030.

No futuro, novas regras estão previstas quanto ao que já foi estabelecido. Por isso, há ainda mais interesse – e pressa – em fazer essas instalações em 2022 e 2023. Sendo assim, até o final do ano é possível que o alcance ultrapasse ainda mais as expectativas do setor.

O que fazer para atuar no mercado de energia solar sendo microempreendedor?

Depois de decidir atuar como microempreendedor no setor de energia solar, é preciso preparar todo o negócio. Para isso, vale a pena seguir algumas boas dicas para ter sucesso. Veja a seguir!

Tenha um planejamento

Nenhuma empresa pode começar sem planejamento. Sendo assim, você precisa reunir todas as informações necessárias para entender onde está e como fazer para chegar a ter seu próprio negócio.

Nesse sentido, o primeiro passo é definir qual tipo de empresa você vai abrir e pensar em como quer atuar. Por exemplo, você pretende ter uma sede e funcionários ou trabalhar com energia solar de casa? Além disso, deve listar em quais modalidades de empresa pode trabalhar com o que quer, incluindo quanto isso vai custar em termos de taxas, e quais obrigações judiciais precisa cumprir.

Outro aspecto importante do planejamento é definir o quanto de capital precisa para começar. Nesse caso, também vale listar todos os gastos que vai ter em termos de custos físicos e variáveis. Caso não tenha um montante disponível, é preciso pesquisar onde conseguir uma linha de financiamento e os custos dela. Enfim, listar cada detalhe que você precisa preparar, antes de começar efetivamente o negócio.

Acompanhe o mercado

Mesmo que você já saiba os principais aspectos do mercado de energia solar, precisa continuar acompanhando cada novidade. Afinal, no ritmo que cresce e com possíveis alterações no futuro, você precisa entendê-las, a fim de prever o comportamento dos consumidores e atendê-los melhor.

Estude sobre a energia solar e outros temas

Você não precisa se formar em engenharia, mas tem que entender como funciona a energia solar. Dessa forma, pode ter domínio do assunto e sanar dúvidas dos seus clientes, quanto a produtos e rendimento do sistema. Sendo assim, estude os principais detalhes.

Além disso, você vai ter que se preocupar com outras obrigações de uma empresa. Nesse caso, mesmo contando com funcionários para ajudar você, como administradores e contadores, também é essencial que você saiba um pouco de cada departamento; a fim de entender o que seus colaboradores devem entregar em seus trabalhos.

Encontre bons fornecedores

Dependendo do tipo de negócio, você vai precisar de bons fornecedores. Afinal, espera-se que os sistemas fotovoltaicos tenham durabilidade de, pelo menos, 25 anos. Sendo assim, ter parcerias que fornecem equipamentos de qualidade é essencial para não ter reclamações no futuro.

Crie uma estratégia de marketing

Outro aspecto próprio de uma empresa é criar uma boa estratégia de marketing. Afinal, o mercado de energia solar está aquecido. Por isso, pode oferecer competição, especialmente para um microempreendedor pequeno. Nesse caso, estudar empresas e desenvolver estratégias para a sua são duas partes essenciais para ganhar espaço.

Preste um bom atendimento

Atendimento de qualidade é outra questão que faz um cliente fechar a compra. Nesse sentido, você precisa ter uma equipe preparada para explicar seu produto e solucionar questões. Sendo assim, cuidado com a aplicação de automatizações em chats, que podem não ser suficientes para esclarecer os clientes. Além disso, não se esqueça de realizar um bom pós-venda e buscar a fidelização do consumidor. Já nas redes sociais, tenha atenção a qualquer contato que possa vir delas.

Por que optar pela franquia de energia solar?

Montar um negócio dá trabalho, certo? Por isso, também vale considerar modelos de negócios já estruturados, como a franquia de energia solar. Afinal, ela é uma ótima oportunidade para o microempreendedor sem experiência começar com o pé direito. Confira o porquê a seguir!

Você tem mais tranquilidade

Você já precisa selecionar o local com melhor visibilidade para o seu negócio e cuidar de cada detalhe. Por isso, a franquia é uma boa solução para quem quer poupar trabalho. Afinal, aquela parte do planejamento em que você precisa decidir o nome da empresa, como posicionar a marca e ter uma identidade visual, além de vários outros detalhes, não vai existir.

Isso porque você já vai contar com uma estrutura pronta, da qual vai usar os direitos de marca para montar a sua unidade. Assim, todo esse trabalho inicial de marketing não precisará ser feito. Tudo o que você vai precisar é entender como a franquia é oferecida e escolher o melhor modelo para você neste momento – seja de forma online ou física.

É tudo regularizado

Quando você abre um negócio, não tem ideia de como vai ser. Inclusive, pode começar investindo alto ou embarcando na ideia de algum sócio, e ter problemas com capital no futuro. No caso da franquia, você tem mais segurança.

Isso porque o negócio todo funciona mediante um contrato, realizado depois que você receber a Circular de Oferta da Franquia. Ou seja, um documento em que o franqueador deve explicar cada detalhe para você: como funciona, quais são os custos, quais são seus direitos e obrigações, entre outras informações. Somente depois de ter ciência de tudo isso, você vai assinar o compromisso e iniciar o negócio.

Pode contar com o apoio da marca

Ter uma marca consolidada no mercado de atuação sempre foi uma vantagem das franquias. Por isso, no caso da energia solar não é diferente. Quando você decide por uma franquia nesse segmento, está recebendo uma identidade visual forte, de um modelo de negócio já consolidado e testado.

Além disso, o melhor é que o público já reconhece a sua empresa, o que torna mais fácil fechar uma venda. Nesse sentido, inclusive, quando a rede toda faz sucesso, a popularidade da marca aumenta e todas as unidades se beneficiam.

Economiza dinheiro

No modelo da franquia, você já tem previsto tudo o que precisa. Ou seja, como será sua unidade, quantos colaboradores deve contratar ou se consegue trabalhar por conta própria; bem como as taxas que deve pagar para a franqueadora.

Sendo assim, você pode alcançar bastante economia, já que não vai colocar o dinheiro em ações que podem não dar resultado; nem adquirir estoques que podem ser perdidos, por exemplo. Ou seja, com os gastos mais estruturados, você pode poupar investimentos errados e usar esses recursos em outros aspectos mais importantes.

Como a Solarprime pode ajudar você como microempreendedor?

Você já sabe as maneiras de se tornar um microempreendedor, e aproveitar as oportunidades do mercado de energia solar; inclusive com o modelo de franquia. Nesse caso, você pode contar com a Solarprime: a maior rede de franquias de energia solar do Brasil.

Com mais de 450 unidades e certificada pela Associação Brasileira de Franquias, a Solarprime tem presença em todos os estados do país, além do Distrito Federal. Nesses projetos, atuamos nos segmentos residenciais, industriais, comerciais e rurais para ninguém ficar de fora das vantagens da energia solar. Afinal, é possível chegar à economia de 95% da conta de luz.

Além disso, nossa equipe é formada por mais de 100 engenheiros, o que permite essa ampla atuação no Brasil e a homologação de sistemas nas principais concessionárias. Com isso, conseguimos atender a qualquer projeto. Ou seja, criamos e damos suporte a todos os sistemas que os seus clientes precisarem.

Para você, a parceria com a Solarprime também traz benefícios. Além de estar no top 50 das principais franquias da ABF, acompanhamos diretamente o mercado para oferecer todo o suporte que você precisa para começar. Também temos a experiência de quem tem quase 10 anos de existência e acompanhou de perto as principais mudanças no mercado de energia solar.

Por isso, com nossa marca estabelecida e alto valor agregado, a sua estimativa de retorno de investimento é de 5 a 12 meses. Para alcançar isso, oferecemos um treinamento completo para nossos franqueados, a fim de aprenderem como implantar e gerenciar o negócio. Dessa forma, você vai receber ajuda em todas as áreas:

  • comercial;
  • marketing;
  • engenharia;
  • técnica;
  • operacional;
  • financeira.

Você também vai contar com consultoria personalizada e a Uniprime para ter conteúdos atualizados e continuar a sua formação. Também damos apoio para você conseguir linhas de financiamento e começar a sua empresa. Aliás, para isso, você não vai precisar de muito. Isso porque oferecemos vários modelos de negócios para começar, mesmo com orçamentos menores.

  • Home office: você começa de casa, sem gastos com colaboradores e aluguel de salas.
  • Business In: para quem já tem uma empresa e quer também atuar com energia solar, você vai ter um espaço dentro do seu negócio para atender clientes. Ideal para quem tem lojas de construção.
  • Business partner: nesse caso, a empresa parceira vai abrir espaço para você montar a sua franquia em uma área específica e aproveitar o interesse dos clientes, além de atrair mais consumidores.
  • Premium: você vai ter uma loja Solarprime exclusiva, no melhor ponto da cidade para a empresa ser vista por todos os clientes.

Ser microempreendedor não é fácil, certo? Afinal, você precisa definir o que vai ser o seu negócio, entender a modalidade de atuação e ainda arcar com todos os custos iniciais; sem ter certeza de sucesso. Por isso, considerar o modelo de franquia é uma ótima forma para você aproveitar as vantagens de uma marca já consolidada.

Melhor ainda é se estiver em um mercado em plena expansão, como o de energia solar. Portanto, vale a pena contar com a Solarprime para você ter todo o apoio que precisa e conquistar o seu lugar ao sol.

Quer saber melhor como abrir sua franquia? Fale com nossos consultores!